domingo, 12 de abril de 2015

Acampamento da Juventude 2015

Em sua nona edição o setor juventude da paróquia  e santuário São José de Ribamar, realizou mais um Acampamento da Juventude. A proposta deste momento é propiciar aos jovens durante a Semana Santa uma retirada para melhor vivenciar o eminente tempo pascal vivido pela oração,    celebrações (encontro com Deus) pela convivência com o irmão. O acampamento é assistido por casais da paróquia que também vão vivenciar os dias santos em comunhão com a juventude.
Os párocos solidários e o diácono permanente são os coordenadores do evento; dirigem, acompanham e administram as atividades que lá ocorrem durante a realização do acampamento no Sítio dos Padres. 
Enquanto estavam acampados os jovens participaram de palestras, orações, manhãs de espiritualidade e deserto, jejum, bem como celebraram as sagradas liturgias do Tríduo Pascal presididas pelos párocos. 
Deste momento ficou a grande experiência com Deus e com os irmãos como testemunham os jovens após o retorno. A juventude já guarda grandes expectativas para o décimo acampamento, edição comemorativa. 


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Celebração da Vigília encerra Tríduo Pascal

A celebração da Vigília Pascal presidida pelo reitor padre Cláudio Roberto as 19h00min no Santuário Arquidiocesano São José de Ribamar, encerrou as celebrações do tríduo que antecede o domingo da Páscoa. A Vigília Pascal contempla quatro  grandes ritos: da Luz, da Palavra, do Batismo e da Eucaristia. A celebração marca o final do Tríduo Pascal celebrado pelos cristãos em preparação para a Páscoa de Jesus.
A celebração iniciou fora da igreja, na praça São José, com a liturgia da luz  ou benção do fogo, como popularmente é conhecida a liturgia. Padre Cláudio acendeu o Círio com o fogo novo e com toda a comunidade entrou na igreja em penumbra erguendo o Círio Pascal, Cristo Luz do Mundo.
A comunidade silenciosa acompanhava
com velas acesas o presidente da celebração que aclamava Cristo, nossa luz: "Eis a Luz do Mundo". Desta liturgia  se segue a liturgia da Palavra onde são lidas setes leituras e cantados sete salmos mais o Aleluia que antecede a proclamação do Evangelho. 
As leituras feitas na vigília recordam a
história do povo de Deus: da antiga à nova aliança em Cristo Jesus firmada na ceia derradeira, quando Ele, por vontade própria se entregou doravante
as gerações para a remissão dos pecados, como diz São Paulo. Os salmos ressaltam a comunidade que canta ao Cordeiro que por ela se imolou e os ajuda a compreender os mistérios da Salvação ao longo da história. Os leigos participantes do Santuário distribuídos nos mais diferentes ministérios foram os leitores e salmistas da celebração. 
Após a proclamação do Evangelho, padre Cláudio Roberto fez uma breve homilia para esclarecer aos participantes o sentido daquela Vigília e a importância de está sendo celebrada. Aproveitou e esclareceu também o que quisera dizer as leituras quando lidas ao povo de Deus naquela solene noite. 
Dando prosseguimento a liturgia da
Vigília, presidiu ainda os Batismos daqueles que na noite santa pedem a igreja o Batismo, sacramento pelo qual
são introduzidos na fé cristã e professam a religião católica. Assim como o fogo ganha destaque nesta celebração, a água pelo  batismo também é celebrada como o próprio Cristo lava os corações e os purifica para uma nova vida em Jesus e na  comunidade de fé. Os membros da assembléia nesta noite também são convidados a renovarem suas promessas batismais e são aspergidos com água benta confirmando o batismo. 
Ao fim da liturgia batismal, a liturgia
eucarística fora prosseguida preparando os cristãos para a comunhão do Corpo de Cristo na noite em que Cristo nossa Páscoa é declarado vencedor da morte e do pecado. Após a Santa Comunhão, padre Cláudio Roberto deu a solene benção pascal e despediu os fiéis na alegria do Cristo ressuscitado. 





Narração da Paixão do Senhor é celebrada no Santuário arquidiocesano

Na sexta-feira, 3, Santa, fiéis celebraram no Santuário arquidiocesano São José de Ribamar o dia santo dedicado a Paixão de Cristo. Desde o meio dia, com o sermão das sete palavras de Cristo, transmitido pela rádio Educadora,  fiéis visitavam o Santuário para celebrar a data.  As  15h00min

houve a celebração da Narração da Paixão de Cristo com grande número de participantes que depois seguiram em procissão com a imagem do Senhor Morto pelas ruas ribamarenses como de tradição. O corpo de bombeiros esteve presente para garantir a organização e,
também, para prestar os devidos
socorros em caso de necessidade, tendo em vista o grande  número de fiéis esperado para a tarde.   O reitor padre Cláudio Roberto e o vice reitor, padre Gutemberg Feitosa,   conduziram a celebração das liturgias do dia.



Liturgias da Sexta-Feira Santa* 




Neste dia, que os antigos chamavam de “Sexta-feira Maior”, quando celebramos a Paixão e Morte de Jesus, o silêncio, o jejum e a oração devem marcar este momento. Ao contrário do que muitos pensam, a Paixão não deve ser vivida em clima de luto, mas de profundo respeito e meditação diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.
A meditação da Paixão do Senhor deve
mostrar-nos o quanto é hediondo o pecado. É contemplando o Senhor na cruz, destruído, flagelado, coroado de espinhos, abandonado, caluniado, agonizante até a morte, que entendemos quão terrível é o pecado. Não é sem razão que o Catecismo diz que pecado é “a pior realidade para o mundo, para o pecador e para a Igreja”. É por isso que Cristo veio a este mundo para ser imolado como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29). Só Ele poderia oferecer à Justiça Divina uma oblação de valor infinito que reparasse todos os pecados de todos os homens de todos os tempos e lugares.
O ponto alto da Sexta-feira Santa é a celebração das 15 horas, horário em que Jesus foi morto. É a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Nas leituras, meditamos a Paixão do Senhor, narrada pelo evangelista São João (cap. 18), mas também prevista pelos profetas que anunciaram os sofrimentos do Servo de Javé. Isaías (52,13-53) coloca, diante de nossos olhos, “o Homem das dores”, “desprezado como o último dos mortais”, “ferido por causa dos nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes”. Deus morreu por nós em forma humana.
Neste dia, podemos também meditar, com profundidade, as “sete palavras de Cristo na cruz” antes de sua morte. É como um testamento d’Ele:

1.“Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”
2.“Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”
3.“Mulher, eis aí o teu filho… Eis aí a tua Mãe”
4.“Tenho Sede!”
5.“Eli, Eli, lema sabachtani? – Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?”
6.“Tudo está consumado!”
7.“Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”.


À noite, as paróquias fazem encenações da Paixão de Jesus Cristo com o sermão da descida da cruz; em seguida, há a Procissão do Enterro, levando o esquife com a imagem do Senhor morto. O povo católico gosta dessas celebrações, porque põe o seu coração em união com a Paixão e os sofrimentos do Senhor. Tudo isso nos ajuda na espiritualidade deste dia. Não

há como “pagar” ao Senhor o que Ele fez e sofreu por nós; no entanto, celebrar com devoção o Seu sofrimento e morte Lhe agrada e nos faz felizes. Associando-nos, assim, à Paixão do Senhor, colheremos os Seus frutos de salvação.





fonte*:formacao.cancaonova.com